Doença é uma das mais frequentes entre mulheres no Brasil, mas pode ser detectada precocemente por meio de exames regulares
O câncer do colo do útero — também chamado de câncer cervical — é causado pela multiplicação anormal de células na região do colo uterino. Apesar de, muitas vezes, não apresentar sintomas nas fases iniciais, a condição pode ser detectada precocemente por meio de exames preventivos, aumentando significativamente as chances de tratamento e cura.
No Brasil, esse é o terceiro tipo de câncer mais frequente entre as mulheres. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a incidência varia conforme a região do país. O Centro-Oeste ocupa a terceira posição no ranking.
Sintomas
Mesmo sendo silencioso no início, o câncer do colo do útero pode apresentar alguns sinais ao longo do seu desenvolvimento. Os principais são:
- Sangramento durante ou após a relação sexual;
- Sangramento entre as menstruações;
- Sangramento após a menopausa;
- Dor durante a relação sexual.
Diagnóstico
O diagnóstico precoce é uma das principais estratégias para reduzir a mortalidade causada pela doença.
O exame preventivo do colo do útero, também chamado de Papanicolau, é a principal forma de identificar lesões antes que evoluam para o câncer. A realização periódica do exame permite diagnosticar alterações ainda em estágio inicial, possibilitando tratamento mais eficaz.
Tratamento
O tratamento varia conforme o estágio da doença e as condições clínicas da paciente. As principais abordagens incluem:
- Cirurgia (com retirada do tumor e, em casos mais avançados, do útero);
- Radioterapia, que utiliza radiação para destruir células cancerosas;
- Quimioterapia (uso de medicamentos que impedem a multiplicação das células cancerígenas);
A escolha do tratamento é feita por equipe especializada, considerando a extensão da doença e as necessidades de cada paciente.
Autor: Grazi Godwin
Local: Assessoria MT Saúde